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Central de iluminação

                 Central de iluminação    

         

central de iluminação

 

                            Quando falamos sobre central de iluminação, que é um item obrigatório no projeto de incêndio, temos que atentar para vários detalhes técnicos. Imaginem a seguinte situação, instalar uma luminária autônoma seja ela led ou fluorescente é relativamente fácil. Relativamente fácil porque se não tiver um ponto de energia disponível teremos que criar um. Criar um ponto de energia não é difícil, depende muito do local e da estética.

                                         Nos casos das centrais de iluminação de emergência, no projeto de construção do prédio já está definido as rotas dos cabos e pontos das lâmpadas, local da  central, que geralmente é instalada no subsolo. Uma característica comum a todos os sistemas eletroeletrônicos é o consumo elétrico do sistema. Então devemos especificar cabos com a menor perda elétrica possível por metro.

                                          Como o sistema de iluminação de emergência é instalado nas áreas comuns do prédio (escadas, corredores, térreo, subsolo, garagens e etc, certamente estes cabos irão trafegar junto com os cabos de elétrica do prédio. Se não forem tomadas as devidas precauções, pode-se correr o risco de ligações cruzadas nos cabos.

SUGESTÃO PARA USO NA CONSTRUÇÃO

                                           Por isto indico ao construtor utilizar cabos paralelos bicolor flexível, nas cores preto/vermelho nas bitolas a partir de 2,5 mm, desta forma identifico a rede das demais e diminuo a perda elétrica por metro.  Centrais de iluminação de emergência possuem circuitos com potências elétricas definidas que precisam ser respeitados. Vou dar como exemplo as centrais da Gevi Gamma, que fabrica centrais com 400, 600 e 800 W por saída, cada central possui duas saídas.

                                                  Se temos duas saídas de 24 V x 800 W, então teremos 1600 W no total. Podemos ligar vários circuitos em cada saída, desde que o consumo destes circuitos não ultrapassem 800 W nominais por saída. O tempo de duração da iluminação de emergência (em casos de falta de energia) é de no mínimo 1 hora obedecendo a norma do Corpo de Bombeiros. Este tempo é definido pela autonomia das baterias automotivas secas, que no caso das centrais utilizamos no mínimo 60 Ah.

                            CENTRAL DE ILUMINAÇÃO PARA USO EM GALPÃO  

refletor de farol de milha

 

                     

                                                 Em galpões utilizamos muito os refletores de farol de milha também da Gevi Gamma, que é uma unidade autônoma que utiliza dois faróis de milha de 20W, com uma autonomia de 7 hs. Estes blocos atendem com mais eficiência  luminosa locais como galpões, que geralmente são muito grandes.


Até breve.

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